Representacão e Experiência Presencial

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    Durante a aula no Parque Municipal que ocorreu no dia 14 de abril deste ano, foi discutido a diferença entre as representações digitais, tais como google street view, e a experiencias presenciais. Com o avanço da tecnologia, reconhece-se que exite a tendência dessas duas formas de reconhecer um espaço se diferencie cada vez menos, mas hoje elas ainda são bem diferentes.
    O ponto de maior divergência seria a possibilidade de sensações, necessariamente provocadas pelo espaço e pelo fato de estar nele, que a representação digital ainda não simula fielmente e simultaneamente com a realidade do local. No dia em que as imagens do google dos arredores do parque foi tirada o céu estava levemente nublado e talvez frio, mas o dia da visita era ensolarado e quente. Além disso, os cheiros, umidade do ar, quantidade de pessoas e hora da visita são fatores que alteram completamente a percepção do espaço. 
    Outro ponto importante é a companhia que uma pessoa realiza essa visita. Ir com a turma da escola de arquitetura é completamente diferente que ir sozinha. Dessa forma, os simuladores não conseguem criar uma realidade de interação condizente com a experiencia presencial entre as pessoas o que afeta completamente a relação dessas com o espaço.
    As representações, porém, possuem um papel importante quando se quer apenas a imagem, no que tange a necessidade de informação de onde é um lugar especifico e suas características referências, para facilitar uma localização. Isso ocorre porque nem a própria imagem do google street view é fiel a realidade do lugar uma vez que ela pode estar desatualizada e em uma perspectiva muito diferente da dos pedestres e motoristas.



Verônica Horta Christófaro, 07 de julho de 2016, Belo Horizonte. 

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